Archive for the ‘Metodologia’ Category

Você é bom de embromation?

Tuesday, March 9th, 2010

embromation

O meuInglês e a Rádio Multishow FM querem saber se você é bom de embromation! Participe dessa promoção para ouvintes da rádio e mostre para todos que você sabe cantar em inglês e não embroma.

Durante a programação da rádio, você poderá ser convocado para cantar, ao vivo, a canção do mês.

Os melhores embromadores ganham bolsas de estudo do meuInglês de 6 meses!

Tá esperando o quê? Vá treinando em seu chuveiro predileto!

Novos cursos de inglês para Turismo

Tuesday, January 26th, 2010

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Chegou o grande dia! Estamos lançando hoje nossos cursos de inglês específicos para quem atende o público estrangeiro e quer ampliar suas possibilidades de vendas.

São cursos para:
- Bares e Restaurantes
- Hotéis e Pousadas
- Serviços Turísticos
- Comerciantes
- Taxistas

Confira os cursos aqui.

Aproveite para divulgar para seus amigos! Nos vemos online!

Rodrigo Vivian

Apenas os professores estão aptos a corrigir?

Tuesday, June 2nd, 2009

Tradicionalmente professores eram considerados os donos da verdade, eram aqueles que detinham o conhecimento absoluto do conteúdo que lecionavam. Imaginem, então, quão estressante deveria ser quando algum aluno formulava uma pergunta para a qual ele não tinha a resposta naquele momento? Felizmente as coisas evoluíram e passou-se a aceitar a ideia de que o professor na verdade é aquele que sabe “ensinar o caminho das pedras”, ele é um facilitador do processo, já que a informação está cada vez mais ao alcance de todos.

Dentro desse novo contexto surge na pedagogia o que chamamos de “peer correction”, ou seja, colegas corrigindo colegas. Então nos perguntamos, quais são as vantagens dessa forma de lidar com a correção? Como diz Chater: “Se acreditamos na interligação entre linguagem e aprendizado temos que valorizar a linguagem dos nossos alunos. Quando apenas o professor corrige este é visto como um árbitro do inglês correto. É ele que dá o selo de aprovação. Uma divisão de responsabilidades genuína no momento da correção transmite a noção de que tudo aquilo que o aluno fala do seu trabalho e dos colegas tem igual importância.”. Dentro dessa visão temos uma primeira vantagem que é a ideia de responsabilidade e co-responsabilidade pelo aprendizado gerando um maior envolvimento no processo como um todo.

Trabalhar com “peer correction” além de desenvolver no aluno a auto-confiança trabalha de forma eficaz a habilidade reflexiva, realmente pensar sobre a língua, habilidade esta extremamente útil no processo de aquisição linguística. Tendo sempre o professor como moderador do processo esse também pode se aproveitar dos momentos de “peer correction” para avaliar o quanto cada aluno internalizou as regras gramaticais, o uso de expressões e até a grafia das palavras para o caso de atividades escritas.

Enfim, havendo um clima de respeito, o que deve ser sempre garantido pelo professor, a estratégia de “peer correction” é produtiva e eficaz e deve ser usada como variação da correção professor-aluno em ambientes de sala de aula presenciais ou virtuais.

- Mônica Bicalho

Como ajudar nossos alunos a aprender vocabulário?

Tuesday, May 19th, 2009

Atualmente existe um reconhecimento cada vez maior da importância do aprendizado de vocabulário para uma comunicação efetiva numa língua estrangeira. Quando não se faz a escolha correta de palavras e expressões há quebra de comunicação.

Como fazer, então, para potencializar a aquisição de vocabulário? Gostaria de apresentar duas ideias. Primeiro de tudo o aluno deve ser exposto à palavras e frases em contextos variados para que fique claro não só suas variações de significado como também a frequência com que aparecem na língua, seu grau de formalidade, como se colocam numa frase em relação a outras palavras. Agora, é papel do professor explicitar esses usos, chamar a atenção do aluno para determinado vocabulário ajuda o aluno no processo mental da sua aquisição.

Vocabulário novo só será absorvido se tivermos o suporte de algo que já conhecemos, seja na nossa primeira língua ou na língua que está sendo ensinada. Pode estar certo que simplesmente ouvir uma língua estrangeira totalmente desconhecida por horas não vai levar à aquisição de vocabulário. Se você nunca aprendeu nada de alemão, por exemplo, experimente sintonizar uma rádio alemã e veja se vai conseguir aprender alguma coisa.

Uma outra forma de ajudar nossos alunos é apresentando o que chamamos de “chunk”, “chunks” são expressões já prontas da língua como por exemplo:

- Anything else? (Mais alguma coisa?)
- By the way. (Por falar nisso./ Aliás.)

Essas expressões fixas são muito frequentes em conversas do dia-a-dia e ajudam o falante a produzir construções mais longas e com maior segurança.

Tendo essas duas ideias em mente, com certeza, já podemos contribuir, e muito para que nossos alunos tenham um melhor vocabulário e consequentemente uma comunicação mais efetiva na língua que está aprendendo.

- Mônica Bicalho

O MeuInglês e a teoria de Krashen

Tuesday, March 24th, 2009

Stephen Krashen é um expert na área de linguística, especialista em teoria de aquisição de linguagem. Sua própria teoria (Krashen’s Theory) desenvolve cinco hipóteses sobre a aquisição de uma segunda língua, e uma dessas hipóteses diz respeito ao “input” linguístico recebido. De acordo com essa hipótese, progredimos na aquisição de uma segunda língua quando recebemos “input” que esteja um pouco acima do nosso estágio atual de competência linguística, sempre considerando o que já sabemos + 1.
Tendo em vista esse conceito, o que é oferecido no MeuIngles se encaixa perfeitamente à idéia de um conteúdo que oferece a oportunidade de, facilmente e rapidamente, fazer uma confortável transição para um passo acima no nível de conhecimento: o + 1 da Teoria de Krashen.
No MeuIngles, nossos usuários têm controle sobre o seu próprio programa de curso, selecionando suas aulas de acordo com suas necessidades e interesses, podendo a qualquer momento retornar à sua zona de conforto para uma injeção de confiança, e assim caminhar de forma segura para atingir a tão desejada fluência na língua inglesa.
Dessa forma há respeito pelo ritmo de cada um e estudar inglês pode ser mais fácil, divertido e confortável.

Mônica Bicalho

A falta que o acento faz

Monday, March 23rd, 2009

Vocês já repararam a falta que faz o acento? Pois é, as palavras em inglês não são acentuadas, com algumas poucas exceções emprestadas do francês como: fiancé(noivo), fiancée(noiva) e resumé (currículo). Para nós, brasileiros, isso pode ser um problema na hora de pronunciar certas palavras corretamente.
Qual é a sílaba tônica? Ou melhor: Qual o “stress”? Se não conhecemos determinadas palavras por já tê-las escutado e nos deparamos com a sua forma escrita essa é uma pergunta que se faz necessária, e como respondê-la? Os dicionários são de grande ajuda nesse momento pois a sílaba tônica é sublinhada (desperate) ou indicada com um sinal (´desperate). “Desperate” (desesperado(a)) é um exemplo dessas palavras comumente confundidas por brasileiros que tendem a pronunciá-la desperate ou até mesmo desesperate pela proximidade com o português.
Uma outra dificuldade quanto à questão da sílaba tônica é a sua mobilidade no caso de adjetivos ou substantivos quando transformados em verbos. Vejamos alguns casos:

1) He used to be a rebel. (adjetivo)
He rebelled against the situation. (verbo)

2) It’s a great record. (substantivo)
What are you recording? (verbo)

Para complicar as coisas ainda mais, temos a diferença de pronúncia entre inglês americano e inglês britânico. Por exemplo, os ingleses falam ‘contribute, enquanto os americanos falam con‘tribute.

Podemos concluir que há dois caminhos para pronunciarmos corretamente uma palavra. Primeiramente precisamos de muito input auditivo, ouvir, ouvir e ouvir e na hora do sufoco nada como um bom dicionário para nos salvar também nas questões de pronúncia. E não se sintam mal com isso, afinal de contas até os falantes nativos de vez em quanto precisam usar esse recurso.

Mônica Bicalho

Entrevista do Governador Jeb Bush sobre o livro Disrupting Class

Friday, February 20th, 2009

Um de nossos assuntos prediletos na EZLearn é falar sobre o livro do Clay Christensen, Disrupting Class. Para quem se interessa em educação e tecnologia, vale a pena.

Recentemente o Governador Jeb Bush deu uma entrevista sobre o uso de tecnologia no processo educacional. Vejam o que ele disse:

“‘It’s not based on seat time,’ he says. ‘It’s whether you accomplished the task. Now we’re like GM in its heyday of mass production. We don’t have a flourishing education system that’s customized. There’s a whole world out there that didn’t exist 10 years ago, which is online learning. We have the ability today to customize learning so we don’t cast young people aside.’”

Estamos caminhando para um sistema de aprendizagem totalmente customizado e focado no aluno. Aleluia!

http://disruptingclass.mhprofessional.com/apps/ab/2009/02/16/governor-jeb-bush-on-disrupting-class

Why was EZLearn started? / Por que criamos a EZLearn?

Sunday, November 16th, 2008

A lot of people ask why we started EZLearn.  The dream is quite simple:

1) Make quality education accessible to all in Brazil;

2) Give people freedom to choose when and how they want to study;

3) Create a learning community that is much larger than just us in an office posting content for our users.

Hope this clarifies some of the doubts.  It only depends on us to make this dream a reality.

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Muita gente pergunta por que criamos a EZLearn.  O sonho é bem simples:

1) Fazer com que o conteúdo de qualidade seja acessível para todos no Brasil;

2) Dar a liberdade para as pessoas escolherem quando e como querem aprender;

3) Criar uma comunidade de aprendizado que é muito maior do que apenas nós criando conteúdo para nossos usuários.

Espero que isso ajude a entender melhor a razão de nossa existência.  Só depende de nós para transformar esse sonho em realidade.